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sábado, 18 de novembro de 2017

Tomada de decisão

14:27:00
Fazer a escolha certa em diversos segmentos de nossas vidas é um tanto desafiador. Envolve uma análise detalhada da situação,  dos atores envolvidos e a ocorrência de fatores inesperados. Chega a se tornar uma dor, um outro problema a ser resolvido. Sendo que às vezes, é necessário abrir mão de algum projeto/objetivo para que o outro tenha desenvolvimento.
O futuro de uma empresa e até o nosso futuro, depende das escolhas que são feitas hoje. Por isso elas devem ser muito bem analisadas antes de tomarmos a decisão.


A tomada de decisão vem sendo utilizada como uma das principais ferramentas para a solução de grandes problemas que afligem as organizações.

Na administração, Chiavenato (2014), afirma que um dos principais papéis de um gestor é a tomada de decisão. Cabe a ele dar a palavra final da execução de uma tarefa. Ficando sobre ele, muitas das vezes, a responsabilidade se algo der errado.
O processo decisório, segundo Maximiano (2009), é uma tarefa passível de erros, pois além das análises baseadas em critérios científicos, o processo é afetado pela percepção e características pessoais e emocionais do tomador de decisão.

Para minimizar estes erros, devem ser seguidas as seguintes etapas:
  1. Identificar um problema existente;
  2. Enumerar alternativas possíveis para a solução do problema;
  3. Desenvolver Alternativas;
  4. Selecionar a mais benéfica das alternativas;
  5. Implementar a alternativa escolhida;
  6. Reunir feedback para descobrir se a alternativa implementada está solucionando o problema identificado.

Outras ferramentas que auxiliam no processo de tomada de decisão para solução de problemas em empresas e em desenvolvimento de projetos:
Diagrama de Ishikawa - conhecido como espinha de peixe. Auxilia na organização e identificação do problema, tendendo para um brainstorm (tempestade de ideias), para que toda a equipe do projeto possa diagnosticar a causa do problema e chegar à solução. (MAXIMIANO, 2009).
Design Thinking e o HCD (Human Centered Design - Design Centrado no Ser humano) - ambas ferramentas utilizam uma abordagem que busca a solução de problemas de forma colaborativa, onde ocorre a imersão do caso, identificando o problema e criando uma solução através de um brainstorm, (o HCD busca solucionar os problemas de acordo com as reais necessidades das pessoas) depois passa pela prototipação e teste antes da implementação. (ENDEAVOR, 2017 e IDEO 2009).

Desde a segunda Guerra Mundial, este processo tem evoluído muito, inclusive é responsável pela criação de diversos modelos matemáticos que auxiliam principalmente na computação, engenharia, agricultura e na logística.
Um exemplo é a pesquisa operacional, um modelo de programação linear que ajuda principalmente a encontrar alternativas para a redução de custos, maximização de lucros e roteirização de transporte.
Outra ferramenta muito útil na logística, é o PERT/CPM (Program Evaluation and Review Technique - Técnica de Avaliação e Revisão/CPM Critical Path Method - Método do Caminho Crítico), que simula cenários mostrando o prazo probabilístico e o determinístico, respectivamente, para a elaboração de uma tarefa e simulando o melhor caminho a seguir (CODAS, 1987).

Agora chegando a um ponto mais delicado:  Decisões pessoais.

Existem pessoas que têm muita dificuldade em fazer certas escolhas sozinhas, como: escolher​ a roupa para se vestir; lugar para jantar; a sobremesa, um filme para assistir, profissão e relacionamento. Realmente é difícil escolher, os librianos que o digam!
Em meio a muitas incertezas, temos que olhar para nós mesmos e numa profunda autoavaliação, optar pelo que mais irá nos favorecer e, por questões éticas, escolher algo que não prejudique outras pessoas. Temos que ter uma visão mais crítica, para que possamos analisar melhor aquela opção que nos trará maior qualidade, conforto e bem estar.
Este processo de escolha está fortemente ligado ao nosso estado emocional. Por isso, é sempre bom questionarmos a nós mesmos para checarmos se a escolha é a correta. Em situações de carência, medo, fome e até quando perdemos alguma coisa (sentimento de perda), podemos tomar decisões não pensadas que depois poderemos nos arrepender.

No Processo de Coaching, existe uma ferramenta que auxilia este processo de tomada de decisão. Onde coloca-se lado a lado os prós e os contras. Esta ferramenta muito útil chama-se Perdas e Ganhos (IAPERFORMA, 2016). Nela trabalha-se respondendo a algumas perguntas:

- O que vou ganhar se eu conquistar este objetivo?

- O que vou ganhar se eu não conquistar o objetivo?

Lembrando que, em determinados casos, temos que abrir mão de algumas coisas, deve-se também responder quanto às perdas:

- O que vou perder se eu  conquistar o objetivo?

- O que vou perder se eu não conquistar o objetivo?

E ainda, com uma vasta opção de ferramentas de tomadas de decisão e modelos matemáticos, mesmo sabendo que possuímos o livre arbítrio para nossas escolhas e que somos responsáveis por elas, há algumas situações em nossas vidas que não sabemos o que fazer, escolher ou que direção tomar. Cabe buscar uma resposta Divina, opinião de familiares, amigos, alguém de sua confiança ou Coaches para que possam te orientar neste processo de tomada de decisão.
Thais Taba

REFERÊNCIAS

CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 9. ed. Barueri: Manole Ltda, 2014. 621 p.

CODAS, Manuel M. Benitez. Gerência de projetos: uma reflexão histórica. Revista de Administração de Empresas, v. 27, n. 1, p. 33-37, 1987

DESIGN, IDEO HCD-Human Centered. Kit de ferramentas. EUA: Ideo, 2009.

ENDEAVOR. Design Thinking: ferramenta de inovação para empreendedores. https://endeavor.org.br/design-thinking-inovacao/. Nov. 2017.

Iaperforma. Formação Professional & Leader Coach. 2016

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à Administração. Ed. Compacta. São
Paulo: Atlas, 2009. 294p

Fonte da imagem: Pixabay

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Suas emoções o impulsionam ou o limitam?

16:06:00
Gestão das emoções é um tema recorrente no contexto organizacional e também social e pode determinar o sucesso ou insucesso. 
sorriso no rosto
Fonte
A gestão ineficaz das emoções pode tornar você um escravo do medo, uma pessoa que tem picos de raiva, que não controla sua própria língua que fere as pessoas com palavras ásperas e que às vezes podem ser com navalhas que cortam o coração das pessoas e deixam severas cicatrizes, seja em nível pessoal e/ou profissional.

Se sua gestão emocional for deficitária, provavelmente você terá muito mais momentos no nível de desmotivação do que de motivação, esse sentimento leva você para prostração, inércia e pode, literalmente, apodrecer o seu “eu” como água parada.

Uma das principais reclamações, no que tange as emoções atualmente, são os sentimentos de ansiedade, depressão e a insatisfação.

A gestão eficaz por sua vez, possibilita substituir os vilões da ansiedade e depressão para o sentimento de estar presente e centrado, promovendo o sentimento de satisfação e contentamento. O gestor eficaz das emoções investe em autoconhecimento, o que é fundamental para que você possa controlar as emoções em vez de ser controlada por elas.

Autoconhecimento é o caminho certo para você encontrar as suas motivações internas, compreender os mecanismos pessoais e individuais que norteiam o seu humor, sua capacidade de decidir suas emoções e consequentemente o seu destino.

A vida é feita de escolhas, ou você escolhe ser o gestor das suas emoções ou entrega o controle para terceiros. Frases do tipo: “Você me tira do sério”, “ Você está querendo me irritar”, “Estou tão desmotivado” entre outras, sinaliza que está na hora de você investir em você.

Lembre-se: um Coach profissional pode ajudar você! Buscar ajuda é ser sábio, arrumar desculpas para suas crises emocionais, não. A decisão é sempre sua e as consequências também.



Pense: como está sua gestão emocional? E o que você pode fazer após a leitura desse artigo para potencializá-la?

domingo, 13 de novembro de 2016

Liderança sobre si mesmo: aprendendo com formigas

15:20:00
Acredito verdadeiramente que coisas pequenas podem nos ensinar lições grandiosas. Hoje gostaria de falar com vocês sobre seres pequeninos mesmo... As formigas! 

liderança formiga
Fonte
Tem muita gente que não gosta destes pequenos insetos. Minha irmã, por exemplo, morre de medo das formigas. Elas também estão em todo lugar: na rua, nas praças, dentro das casas muitas vezes. De tão pequenos, muitas vezes nem são notadas. 

Mas eu gosto, quando disponho de um pouquinho de tempo, de observar como elas trabalham. Um dias desses, as observei em meu banheiro, bem no cantinho da parede. 

Reparei que todas iam numa mesma direção - ou indo até a fonte de alimento ou voltando com o alimento para casa. Observei que cada uma era líder de si mesma, pois sabia exatamente o que fazer, faziam cada uma a sua parte, porém todas possuíam o mesmo objetivo. 

John C. Maxwell, em seu livro minutos de liderança, fala sobre as quatro maiores lições das formigas quando o assunto é liderança. Achei tão interessante que gostaria de compartilhar com vocês, acrescentando comentários meus, ok? 

Iniciativa 

"Formigas não precisam de comando para começar algo"

Já percebeu que as formigas possuem iniciativa? Todas elas fazem o seu trabalho sem depender de outras formigas. E quando veem que uma formiga está precisando de auxílio, elas vão lá e ajudam por si só. Iniciativa é importantíssimo para um líder, pois se ele não toma a frente, o que está fazendo na liderança? 
Segundo o site significados.com liderança significa: 
a arte de comandar pessoas, atraindo seguidores e influenciando de forma positiva mentalidades e comportamentos.
Você tem tido iniciativa?  

Integridade 

"Formigas trabalham com fé e não precisam de responsabilidade para mantê-las em suas tarefas" 

Tudo bem, não falamos a língua das formigas, mas só é preciso um pouquinho de observação para compreender que as formigas precisam fazer o que tem ser feito, com toda a integridade. Quando em conjunto, eu não encontro formigas desfocadas, a não ser que saiba que há comida em algum lugar. Elas são comprometidas com a sua missão e se doam 100% àquilo.

Você é íntegro (ou seja, inteiro) ao que você está comprometido? 

Sede de Trabalho 

"Formigas trabalham duro e substituem a sua casa quando é destruída". 

Esses dias na faculdade tivemos a semana do empreendedor, onde tivemos a oportunidade de ouvir vários empreendedores falarem sobre a jornada até o sucesso. Percebi algo em comum neles: eles trabalharam duro e faliram algumas vezes antes de chegarem ao sucesso. 

trabalho em equipe
Fonte


Nossa, eu sei, isso não parece ser uma perspectiva muito boa sobre a liderança. Nas minhas experiencias como líder, posso te afirmar que, da equipe, o líder deve ser o que mais trabalha. Ele tem que ser o exemplo para toda a equipe, e se quer uma equipe acima da média, você tem que ser o primeiro a ser acima da média. 

A expressão trabalho duro parece que já carrega sobre si um fardo, não é mesmo? Uma das características que eu amo dizer sobre o líder é a paixão. Sem paixão, sem aquele brilho no olhar, dificilmente um líder engajará a sua equipe e alcançará resultados extraordinários. E quando um líder tem paixão nos olhos, o "trabalho duro" não se torna pesado e sim uma fonte de satisfação. 

E se a ideia não der certo? 

Líderes sabem que nem sempre tudo dará certo. Mas possuem dentro de si iniciativa e integridade o suficiente de levantar e começar tudo de novo. 

Fonte de Insight

"Formigas armazenam comida no verão"

Elas são prudentes e responsáveis. Acredito que no fundo podemos resumir assim as formigas. Elas trabalham em prol do que acreditam, armazenam comida nas épocas mais favoráveis para que nas épocas desfavoráveis não sejam pegas desprevenidas. Bons líderes são assim. Cultivam relacionamentos em tempos favoráveis para que, quando houver uma crise, seus relacionamentos possam estar firmes, entre outras coisas. 

Como você tem administrado os recursos disponíveis hoje? 

Não é legal como seres tão pequenos podem nos ensinar tanto acerca da liderança? Vale a reflexão dos quatro pontos para sermos líderes cada vez mais excelentes!

Referências:
https://www.significados.com.br/lideranca/

MAXWELL, John C. Minutos de Liderança. 52 lições semanais para maximizar seu potencial como líder. In: O melhor de John C. Waxwell - seleção vida de líder. 1 ed. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2015.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Liderança Servidora

07:06:00
          Estive pensando há algum tempo em escrever este artigo. Eu iria escrever sobre a Liderança Servidora que James C. Hunte fala em seu livro O Monge e o executivo. Mas analisei alguns "Líderes Servidores" de nosso cotidiano e, acredito que seja uma ótima forma de explicar o que é um Líder Servidor.

     Vamos a alguns conceitos:
Para Hunter, você não precisa ser chefe para ser líder. “Liderança é você inspirar e influenciar o outro para ação. É influenciar pessoas com entusiasmo e trabalho para o bem comum”.  Autoridade é a habilidade em conseguir que as pessoas façam sua vontade por conta de sua influência pessoal. Um bom exemplo de autoridade, segundo ele, são nossas mães. “Elas atingem esse status porque nos serviram e continuam a nos servir ao longo de nossas vidas”. http://www.jameshunter.com.br/artigo10.html.


          Assim, Liderança Servidora é liderar pelo exemplo, a medida em que as pessoas tem contato ou observam o seu trabalho, acabam sendo  influenciadas a fazer o mesmo.

          Observei que os líderes com alto poder de influenciar, fazem as mesmas coisas, dão exemplo! Isso não é uma novidade, este estilo de liderança existe há mais de 2000 anos...

          Se você defende uma ideologia e deseja que outras pessoas também aceitem suas ideias, o melhor a fazer é dar o exemplo. Não perca seu tempo apenas falando o que acha ideal... Serve para qualquer assunto... No trabalho, escola, em casa, relacionamento, estilo de vida...

          Experimente fazer o que você acredita que seja o melhor e o ideal.

          Mostrando resultados,  você acaba adquirindo uma certa autoridade no assunto. E vai ver à sua volta muitas pessoas influenciadas por alguma atitude que você tomou!

Seja um exemplo!

Thais Taba

segunda-feira, 20 de junho de 2016

As armadilhas da mente e a liderança

19:29:00
Existem diversas definições sobre a arte de liderar pessoas. Aqui, podemos considerar que um líder significa ter a capacidade de se comunicar e influenciar positivamente as pessoas para alcançar uma determinada meta
Para atuarmos como líder faz-se necessário primeiramente se autoliderar, ou seja, ser capaz de ter a consciências dos seus comportamentos e discernimento para tomada de decisões de forma eficiente e eficaz. Para alcançar esse resultado é necessário vencer as armadilhas da mente.
Para o psicólogo e escritor Dr. Augusto Cury (2010), todos nos devemos vencer as quatro armadinhas da mente humana; “o conformismo”, “o coitadismo”, “o medo de reconhecer os erros” e o “medo de correr risco”.
O conformismo: A resposta mais fácil para os desafios da vida, denominada como “…arte de se acomodar, de não reagir e de aceitar passivamente as dificuldades…” (CURY, 2010, p.48). Esse comportamento defensivo freia os processos de mudança e de desenvolvimento pessoal e organizacional. O conformismo acarreta numa interminável lista de desculpas e motivos para não implementar treinamento, melhores práticas entre outras.
O coitadismo: representa o alto nível de conformismo, “é a arte de ter compaixão de si mesmo” e mais “ele vai além do conformismo que não é capaz, ele entra na espera da propaganda do sentimento de incapacidade” (CURY, 2011 p.53). Este comportamento de disseminar: “Sou lerdo mesmo”, “Não consigo fazer nada direito” “Não tenho capacidade de fazer isso”. São severamente nocivas para pessoa e para o ambiente organizacional. Geralmente é avessa a mudança, pessimistas e passivos diante da vida. Consequentemente torna-se uma fuga para implementar qualquer processo que acarrete em mudanças.
O medo de reconhecer erros: Liderança tem de estar alicerçada na humildade e na capacidade de olhar para si próprio e fazer mudança, para isso é necessário reconhecer erros, ou talvez, não pensar em erro ou acerto, mas em resultados positivos e aprendizados. É fato que mais inteligente é aprender como os erros dos outros, entretanto, te convido acreditar que talvez, esse medo exacerbado de errar e ser sumariamente condenado pode afetar os comportamentos, principalmente a capacidade de ousar e inovar.
Sugiro considerar que errar é humano, e aprender a reconhecer os erros, e encará-los como oportunidade de aprendizado é ato de sabedoria. Esse medo de reconhecer os erros pode conduzir a uma fuga de responsabilidade e alcançar a a quarta armadilha.
 O medo de correr risco: O medo pode ser um dos nossos piores inimigos, ou nosso amigo e professor, ou seja, como inimigo pode nos neutralizar, congelar, e nos levar a inércia. Como professor pode nos permitir refletir e desenvolver a capacidade gerenciar o medo, não de ser uma pessoa ausente de medo, mas que saiba enfrentar os medos com cautela e transformá-lo em oportunidade de desenvolvimento. Imagine um funcionário que trabalhe com uma guilhotina de papel e que não tenha nenhum medo das “facas” isso poderá acarretar em um grave acidente, porem não adianta também ele ter um medo exacerbado, elevado que impacte no seu trabalho. O ideal seria considerar o risco/medo, e gerenciá-lo buscando o melhor modo de trabalhar onde consiga convergir segurança, qualidade e produtividade.
As quatro armadilhas sinalizadas podem paralisar o ser humano e impactar na sua capacidade de liderar. A mente humana tem capacidade imensa e necessita ser gerenciada. Mais do que gerenciar coisas e processos, precisamos pensar em gerenciar nossos pensamentos e as pessoas o que esta ligada ao papel do líder.
Nesse sentido vamos refletir sobre os comportamentos do líder, conforme o estudo realizado pela Ken Blanchard Companies (2006) com 1400 lideres sinalizou três habilidades críticas para necessárias para liderança, sendo: comunicação, a gestão eficaz das pessoas e a empatia. (KRAUSZ, 2007).
O que evidencia a necessidade do líder ser um bom comunicador e que consiga ter empatia, ou seja, colocar-se no lugar dos outros além da a capacidade de gerir pessoas.
As situações organizacionais nos levam a confrontar com diversos desafios seja o líder com sua própria mente, seja com a concorrência de mercado, porém essencialmente no que tange ao relacionamento com as pessoas, que demanda uma clareza no estabelecimento e comunicação das metas e no desenvolvimento de sua equipe.
Talvez o gerenciamento eficaz de pessoas começa pelo gerenciamento de nos mesmos. No sentido de reconhecermos nossos comportamentos e buscar a excelência no nosso modo de liderar. Nesse sentido destaco como alternativa um modelo de liderança calcado no coaching para o alcance da excelência.
De acordo com Rosa R. Krausz “ coaching é um tipo especial de colaboração que expande a consciência e a aprendizagem e permite a obtenção de resultados com menos esforço e em menos tempo” (KRAUSZ, 2007, p.28).
Conforme destacado pela autora Coaching possibilita expansão da consciência e o aprendizado. O que vai ao cerne da questão da liderança. Um dos maiores desafios que os lideres é despertar da consciência dos seus liderados frente aos objetivos e a produtividade em um contexto total da organização.
O processo de Coaching integra os conhecimentos de diversas ciências, com o objetivo de levar o individuo a alcançar excelência. O Coaching possibilita o desenvolvimento humano, fornecendo o foco necessário e a motivação para mobilizar e realizar as ações que conduzam para o resultado almejado.
O Coaching apresenta-se como alternativa para o profissional no sentido de ajudar a vencer as armadilhas da mente, oferece um feedback real e pragmático para contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional, seja potencializando resultados em nível pessoal, bem como sua capacidade de liderar e gerar resultados para as organizações.

Referências.
CURY, A. O código da Inteligência e a excelência emocional. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2010.

KRAUSZ, R. R. Coaching Executivo: A conquista da liderança. São Paulo: Nobel. 2007.
Prof. Douglas de Matteu, PhD, Master Coach Trainer, Coordenador GEPLICO

– Artigo originalmente publicado no link: http://sociedadepublica.com.br/author/douglasdematteu/#sthash.y6ssb3jM.dpuf

domingo, 12 de junho de 2016

Simpósio Internacional de Liderança e Coaching é promovido pela FATEC MC

19:34:00

Simpósio Internacional de Liderança e Coaching (SILC) vai reunir os mais renomados profissionais da área do Brasil e do exterior, a convite do Grupo de Ensino e Pesquisa em Liderança e Coaching (Geplico), vinculado à Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Mogi das Cruzes-SP; estudantes pagam R$ 25, enquanto demais interessados desembolsam R$ 40. Recebe resumos e artigos até dia 10/07/16.

O Grupo de Ensino e Pesquisa em Liderança e Coaching (Geplico), vinculado à Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Mogi das Cruzes-SP, já está com tudo pronto para o "Simpósio Internacional de Liderança e Coaching" (SILC), que acontece em 9 de agosto (terça-feira). O evento será abrigado no Centro Municipal de Formação Pedagógica de Mogi das Cruzes (Cemforpe), localizado na rua Antenor Leite da Cunha - Nova Mogilar, das 9 às 22 horas. Sob coordenação do professor Douglas de Matteu, PhD, um dos profissionais mais respeitados do Brasil e do exterior quanto à Coaching, liderança e alta performance, o encontro sai a R$ 25 para estudantes da Fatec e R$ 40 para demais interessados.

Sob a temática "Desafios e Estratégias para Líderes e Coaches de Alta Performance", o SILC é voltado a líderes, coaches, empreendedores, gestores, administradores, psicólogos, tecnólogos, universitários e outros profissionais que desejam potencializar a liderança e aprimorar suas atuações. Além da organização por parte da Geplico e da Fatec, o evento conta com o apoio da Fundação FAT, Associação Brasileira de Coaching e Mentoring, da empresa Iaperforma e da Editora SerMais+.

Até o dia 10 de julho (domingo), artigos científicos ou resumos de trabalhos que tenham como eixos temáticos Liderança, Coaching ou Liderança/Coaching podem ser inscritos para as discussões que acontecerão no encontro. O passo a passo para o cadastro o interessado encontra nos sites da Geplico (http://geplico.blogspot.com.br) e da SILC (http://simposiodelideranc.wix.com/evento). Todo o processo de apreciação dos materiais será feito exclusivamente pela Internet.

A programação de 9 de agosto é extensa. O credenciamento está previsto para acontecer a partir das 8 horas. Às 8h30, Douglas de Matteu, um dos organizadores do encontro, fará a abertura oficial, seguida da palestra "Coaching e a Liderança". Professor universitário e mestre em Arts in Coaching, pela Florida Christian University, dos Estados Unidos, onde também se formou doutor em Business Administration Ph.D. 

Outros profissionais de renome em Liderança e Coaching vão expor temas no decorrer do simpósio e vão participar de sessão de autógrafos de seus livros, como é o caso de Raquel Fonseca, primeira PhD em Coaching do Brasil e popularmente conhecida por participar de programas de TV, incluindo a rede "Novo Tempo". Especializada em Coaching com Ênfase em Inteligência Espiritual e autora do título "Jornada para a Vida Plena", Raquel vai falar sobre "Autorresponsabilidade". Já Teresinha Covas, que escreveu o livro "Competências de Gestores", vai ministrar a palestra "Liderança e Gestão de Pessoas".

O professor Wilson Nascimento, PhD, master coach e autor do livro "Implantação da Cultura Coaching em Organizações", vai explorar a temática "Cultura Coaching". O doutor Benny Rodriguez, que é natural de Porto Rico, mas mora nos Estados Unidos, também fará parte do cronograma do encontro por videoconferência, o profissional vai explorar o tema "Coaching para a Alta Performance". Participará também Dra. Josie com o tema de Inteligência emocional diretamente EUA, por videoconferência.

Lysia Henriques, da TV Diário, afiliada da Rede Globo na região do Alto Tietê, vai ainda expor sua experiência pessoal, após passar pelo processo de Coaching. Contudo, não será apenas o caso da profissional que poderá servir de inspiração para quem comparecer ao SILC. No decorrer da programação, diversos vídeos com o relato de pessoas que passaram pelo processo de alta performance no Brasil e em outros países, incluindo Estados Unidos, Japão, Portugal, Austrália, Egito e Suíça, serão exibidos.

Para de Matteu, o simpósio agendado para agosto é uma ótima oportunidade para aqueles que desejam melhorar seus rendimentos ou dar uma guinada na vida aprenderem um pouco mais sobre Coaching, ferramenta capaz de transformar para melhor o dia a dia de qualquer cidadão:

"Um dia inteiro voltado ao Coaching, à Liderança e à Alta Performance com valores simbólicos de inscrição é uma oportunidade singular de desenvolvimento. Tenho certeza que, quem for até o Cemforpe no dia 9, não vai sair o mesmo. Neste momento em que vivemos, com indiscutível crise Política e Econômica no Brasil, a procura pelo Coaching cresceu muito. Isso, no entanto, não acontece por acaso, já que, as sessões que permitem o desenvolvimento de potencialidades e a superação de desafios e que comprometem resultados e a tomada de decisões estão mudando histórias e fazendo com que a crise se torne um grande instrumento de transformação, mudança, oportunidades e empreendedorismo", complementa.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

As principais habilidades dos líderes organizacionais

08:00:00


Muito se discute atualmente sobre o tema liderança, um dos tópicos mais inspiradores é como o líder é constituído, quais capacidades, habilidades e comportamentos tornam um individuo um líder. Diversas teorias buscam enfatizar quais requisitos um líder deve possuir para ser efetivo, e elencam uma série de adjetivos e habilidades que o líder deve possuir e ser capaz de executar, mas na visão dos líderes existem capacidades que são mais desafiadoras? Existe alguma habilidade que seja mais relevante para um líder?

Para responder a estes e outros questionamentos sobre o tema o GEPLICO elaborou um artigo, que foi apresentado no 16º Simpósio de Iniciação Científica e Tecnológica , promovido pela FATEC SP em 2014. O artigo, de autoria da colunista Taís G. Santos, elaborado com orientação do Profº PhD  e coordenador GEPLICO Douglas de Matteu conta com uma pesquisa de campo validada cientificamente que evidência as principais habilidades dos líderes organizacionais apontadas por aqueles que atuam como líderes.

Para saber mais , acesso o artigo na integra!!!

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Liderança Empreendedora

12:10:00

          O líder precisa ser um bom empreendedor para ter sucesso em sua gestão e o empreendedor precisa ser um bom líder para conduzir sua equipe e ter sucesso em seu negócio.

     


Por um lado temos o conceito de Liderança de Chiavenato (2004, p. 123), em que "Liderança é o processo de exercer influência sobre pessoas ou grupos nos esforços para realização de objetivos em uma determinada situação."

    Por outro lado temos o conceito de empreendedorismo de Schumpeter (1949, apud DORNELAS, 2001, p. 37). em que “O empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços, pela criação de novas formas de organização ou pela exploração de novos recursos materiais.”
 

   Assim, podemos definir que o Líder Empreendedor é aquele que conduz um grupo de pessoas a destruir a ordem econômica existente e a substituí pela introdução de novos produtos e serviços e pela criação de novas formas de organização, a fim de contribuir da melhor forma com os objetivos do grupo ou da organização e explorar novos recursos materiais.

         Em outras palavras, o líder empreendedor é aquele que mantém o "código aberto", deixa o espaço livre para sua equipe criar novas formas de organização do trabalho, novos produtos, novos modelos de negócios, estar em melhoria e inovação contínua, buscando novas soluções para obter vantagens da concorrência, minimizar custos e maximizar lucros.

      Assim como o empreendedor, que também precisa atuar como líder, precisa liderar de forma empreendedora, mantendo abertas as oportunidades de criação e inovação, motivando e conduzindo sua equipe ao desenvolvimento.

         É uma combinação do espírito inovador de um empreendedor com a paixão por fazer a diferença e influenciar de um líder.

           É preciso quebrar paradigmas, deixar de lado o antigo modo de apenas administrar.

          Pensar e agir fora dos padrões abre um leque de oportunidades e expansão do seu negócio.

Thais Taba

 

 

sábado, 17 de outubro de 2015

Gestão em foco

19:00:00
Por: Arlete Brito


Para enfrentar as constantes mudanças no mercado globalizado, os líderes necessitam cada vez mais de foco. O foco faz parte da tríade da vida de qualquer pessoa que tem metas e objetivos claros. Mas quando falamos em liderança já passamos a falar em foco triplo: interno, no outro e externo.

A liderança focada no outro desenvolve uma equipe harmônica, onde todos os membros se sentem parte importante do processo, se desenvolvendo juntos. Neste modelo a equipe acaba tomando para si a responsabilidade de atingir as metas e objetivos. Acontecendo de maneira muito natural, pois o seu líder faz com que isso aconteça naturalmente, através da modelagem.

Estar atento aos processos internos faz com que a liderança consiga determinar metas factíveis, objetivos coerentes com a realidade da sua organização. Tornando assim um fator motivador para equipe. O líder consegue-se manter motivado por estar no controle.

O líder deve estar atento a todos os processos externo da organização e procurar sempre novas maneiras e simplificá-los para atingir resultados mais rápidos e até mesmo mais econômicos, através das novas tecnologias. Buscar sempre as novidades que estão acontecendo no mundo empresarial, em feiras, congressos, eventos, revistas segmentadas, etc..

Você conhece alguma organização que mantém líderes de corpo presentes, líderes sem foco, sem autoconhecimento, sem Inteligência emocional? Ter foco somente não basta nos dias atuais os lideres necessitam de foco triplo.


Referências:

GOLEMAN, Daniel, Liderança, RJ, Objetiva, 2014

MAXWELL, John C., O livro de ouro da liderança, RJ, Thomas Nelson, 2011

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Os segredos do Gestor de Pessoas de Alta Performance

11:23:00

As empresas estão cada vez mais competitivas e para se diferenciar da concorrência é preciso estar atento às tendências e mudanças da atualidade que exige cada vez mais das pessoas. Os profissionais que atuam na área de Gestão de Pessoas são de extrema importância, precisam manter-se orientados para os resultados, além dos indicadores da própria área precisam fazer negócios pensando como um todo. Devido a incansável busca por resultados, o profissional de Gestão de Pessoas precisa estar preparado para cuidar do seu pessoal interno, neste caso é fundamental que o mesmo tenha a capacidade de desenvolver as seguintes características:

Autoconhecimento
É a transformação para aquilo que buscamos. Quanto mais nos conhecemos, teremos mais confiança para alcançar nossos objetivos e mudar tudo aquilo que nos causa tristeza e sofrimento.

Liderança
Influenciar as pessoas em determinadas situações, através de um processo prático de comunicação, visando alcançar poderosos resultados e satisfação nos envolvidos.

Ambiente de Trabalho
Cria um ambiente positivo e produtivo.

Identidade
Ajudar os profissionais da empresa a usar seus pontos fortes e administrar os pontos fracos.

Missão
Ajudam os profissionais da empresa a encontrarem sentido no que fazem na vida profissional e pessoal.

Resiliência e Capacidade de Mudança
Identificar grandes oportunidades nos desafios gerando mudanças fundamentais para evolução das pessoas e da empresa.

Relacionamento Interpessoal
Valorizar e ter um ambiente com pessoas cada vez mais satisfeitas, consequentemente, ter um clima melhor, mais produtivo que superará as expectativas do cliente externo, investidores, fornecedores e todos envolvidos no processo.

Coach
É fundamental que todos tenham a oportunidade de conhecer esta poderosa metodologia, mas acredito verdadeiramente que para alcançar maiores resultados o coaching deve ser direcionado primeiro a diretoria, gerência, coordenação e aos cargos de gestão, a mudança deve ser feita de cima para baixo, caso contrário, os desafios serão maiores.
Convido você Gestor de Pessoas a buscar e potencializar as características e competências apresentadas. Não seja mais um gestor, seja o maior e melhor Gestor de Pessoas para sua equipe.

Forte abraço e Sucesso.


Carlos Costa
Gerente do Instituto de Alta Performance Humana – IAPerforma, Professional Coach e escritor.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Liderança: Um breve comentário

09:44:00


Liderança é o assunto do momento, muito tem se escrito a respeito do líder, quais suas características, o que faz, qual a sua importância, porém ainda não há um estudo científico que evidencie como surge efetivamente um líder.
Alguns autores defendem a idéia de que a liderança pode ser aprendida por qualquer individuo, outros que apenas aqueles inseridos em um ambiente favorável ou predispostos podem tornar-se líder. Afinal, independente do desenvolvimento do líder, qual a essência da liderança, tal como a conhecemos atualmente?
            Hunter (2009, p. 22), define a liderança como “a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum”.                                                        
         Para Cortella (2012, p. 88) “O líder é aquele que inspira que anima as pessoas a se sentirem bem com o que fazem e a se sentirem integradas à obra”.
Segundo França (2006, p.56).  “A liderança é denominada na literatura atual como de alta performance e o líder é visto como um catalisador de talentos na formação de novas competências e garantia de resultados em ambiente extremamente competitivo e globalizado como o de hoje”.
A constituição da liderança se dá em um grupo de indivíduos, não há líder se não houver uma equipe, um grupo a ser liderado, influenciado. O entendimento sobre liderança esta pautado, segundo os autores acima, em três idéias básicas: O líder influência pessoas; O líder busca o objetivo comum e O líder desenvolve pessoas.                                                                                                           Conseqüentemente é possível observar ainda que a liderança é percebida por meio de comportamentos: “influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente”, “aquele que inspira que anima as pessoas”, “catalisador de talentos”, são habilidades derivadas de comportamentos, que vão se tornando ações até o ponto em que podem ser percebidas.
No mais muito há que se estudar acerca da Liderança, muitas definições com pontos de vista cada vez mais complexos e intrínsecos estão reservados para um futuro não muito distante.

Referências
CORTELLA, Mario Sergio. Qual a tua Obra?Inquietações propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética. Rio de Janeiro: Vozes, 2012.
HUNTER J. C. O Monge e o executivo: uma história sobre a essência da liderança. Trad. de Maria da Conceição Fornos de Magalhães. Rio de Janeiro: Sextante, 2009
LIMONGI-FRANÇA, A. C. "Comportamento Organizacional: conceitos e práticas. São Paulo: Saraiva 2006.

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O GEPLICO propõe caracterizar a liderança e o Coaching, ao pesquisar e descrever o processo de liderança e de Coaching, bem como aferir os seus resultados. Desta maneira busca sistematizar e divulgar o processo de liderança e Coaching e seus impactos sociais e organizacionais, por meio deste blog socializa conhecimento com uma linguagem simples e acessível para contexto virtual de modo contemporâneo, bem como produz pesquisas e materiais científicos que subsidiem as teorias, técnicas, práticas, metodologias relacionadas a Liderança, Coaching e a Liderança Coaching.