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sábado, 18 de novembro de 2017

Tomada de decisão

14:27:00
Fazer a escolha certa em diversos segmentos de nossas vidas é um tanto desafiador. Envolve uma análise detalhada da situação,  dos atores envolvidos e a ocorrência de fatores inesperados. Chega a se tornar uma dor, um outro problema a ser resolvido. Sendo que às vezes, é necessário abrir mão de algum projeto/objetivo para que o outro tenha desenvolvimento.
O futuro de uma empresa e até o nosso futuro, depende das escolhas que são feitas hoje. Por isso elas devem ser muito bem analisadas antes de tomarmos a decisão.


A tomada de decisão vem sendo utilizada como uma das principais ferramentas para a solução de grandes problemas que afligem as organizações.

Na administração, Chiavenato (2014), afirma que um dos principais papéis de um gestor é a tomada de decisão. Cabe a ele dar a palavra final da execução de uma tarefa. Ficando sobre ele, muitas das vezes, a responsabilidade se algo der errado.
O processo decisório, segundo Maximiano (2009), é uma tarefa passível de erros, pois além das análises baseadas em critérios científicos, o processo é afetado pela percepção e características pessoais e emocionais do tomador de decisão.

Para minimizar estes erros, devem ser seguidas as seguintes etapas:
  1. Identificar um problema existente;
  2. Enumerar alternativas possíveis para a solução do problema;
  3. Desenvolver Alternativas;
  4. Selecionar a mais benéfica das alternativas;
  5. Implementar a alternativa escolhida;
  6. Reunir feedback para descobrir se a alternativa implementada está solucionando o problema identificado.

Outras ferramentas que auxiliam no processo de tomada de decisão para solução de problemas em empresas e em desenvolvimento de projetos:
Diagrama de Ishikawa - conhecido como espinha de peixe. Auxilia na organização e identificação do problema, tendendo para um brainstorm (tempestade de ideias), para que toda a equipe do projeto possa diagnosticar a causa do problema e chegar à solução. (MAXIMIANO, 2009).
Design Thinking e o HCD (Human Centered Design - Design Centrado no Ser humano) - ambas ferramentas utilizam uma abordagem que busca a solução de problemas de forma colaborativa, onde ocorre a imersão do caso, identificando o problema e criando uma solução através de um brainstorm, (o HCD busca solucionar os problemas de acordo com as reais necessidades das pessoas) depois passa pela prototipação e teste antes da implementação. (ENDEAVOR, 2017 e IDEO 2009).

Desde a segunda Guerra Mundial, este processo tem evoluído muito, inclusive é responsável pela criação de diversos modelos matemáticos que auxiliam principalmente na computação, engenharia, agricultura e na logística.
Um exemplo é a pesquisa operacional, um modelo de programação linear que ajuda principalmente a encontrar alternativas para a redução de custos, maximização de lucros e roteirização de transporte.
Outra ferramenta muito útil na logística, é o PERT/CPM (Program Evaluation and Review Technique - Técnica de Avaliação e Revisão/CPM Critical Path Method - Método do Caminho Crítico), que simula cenários mostrando o prazo probabilístico e o determinístico, respectivamente, para a elaboração de uma tarefa e simulando o melhor caminho a seguir (CODAS, 1987).

Agora chegando a um ponto mais delicado:  Decisões pessoais.

Existem pessoas que têm muita dificuldade em fazer certas escolhas sozinhas, como: escolher​ a roupa para se vestir; lugar para jantar; a sobremesa, um filme para assistir, profissão e relacionamento. Realmente é difícil escolher, os librianos que o digam!
Em meio a muitas incertezas, temos que olhar para nós mesmos e numa profunda autoavaliação, optar pelo que mais irá nos favorecer e, por questões éticas, escolher algo que não prejudique outras pessoas. Temos que ter uma visão mais crítica, para que possamos analisar melhor aquela opção que nos trará maior qualidade, conforto e bem estar.
Este processo de escolha está fortemente ligado ao nosso estado emocional. Por isso, é sempre bom questionarmos a nós mesmos para checarmos se a escolha é a correta. Em situações de carência, medo, fome e até quando perdemos alguma coisa (sentimento de perda), podemos tomar decisões não pensadas que depois poderemos nos arrepender.

No Processo de Coaching, existe uma ferramenta que auxilia este processo de tomada de decisão. Onde coloca-se lado a lado os prós e os contras. Esta ferramenta muito útil chama-se Perdas e Ganhos (IAPERFORMA, 2016). Nela trabalha-se respondendo a algumas perguntas:

- O que vou ganhar se eu conquistar este objetivo?

- O que vou ganhar se eu não conquistar o objetivo?

Lembrando que, em determinados casos, temos que abrir mão de algumas coisas, deve-se também responder quanto às perdas:

- O que vou perder se eu  conquistar o objetivo?

- O que vou perder se eu não conquistar o objetivo?

E ainda, com uma vasta opção de ferramentas de tomadas de decisão e modelos matemáticos, mesmo sabendo que possuímos o livre arbítrio para nossas escolhas e que somos responsáveis por elas, há algumas situações em nossas vidas que não sabemos o que fazer, escolher ou que direção tomar. Cabe buscar uma resposta Divina, opinião de familiares, amigos, alguém de sua confiança ou Coaches para que possam te orientar neste processo de tomada de decisão.
Thais Taba

REFERÊNCIAS

CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 9. ed. Barueri: Manole Ltda, 2014. 621 p.

CODAS, Manuel M. Benitez. Gerência de projetos: uma reflexão histórica. Revista de Administração de Empresas, v. 27, n. 1, p. 33-37, 1987

DESIGN, IDEO HCD-Human Centered. Kit de ferramentas. EUA: Ideo, 2009.

ENDEAVOR. Design Thinking: ferramenta de inovação para empreendedores. https://endeavor.org.br/design-thinking-inovacao/. Nov. 2017.

Iaperforma. Formação Professional & Leader Coach. 2016

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à Administração. Ed. Compacta. São
Paulo: Atlas, 2009. 294p

Fonte da imagem: Pixabay

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Uma equipe excelente

01:29:00
Uma equipe ideal é aquela em que todos são capazes de fazer a mesma coisa, em caso de um faltar o outro substituir, certo?! Não. Não é bem assim.

Tenho observado que uma equipe otimizada é aquela em que cada um tem o seu papel. E que cada um cumpre suas obrigações​ com muita responsabilidade. Isso vale para diversos tipos de grupos, como: família, trabalho e estudos.

Por exemplo: Em um curso da faculdade, a maioria dos alunos se dedicam ao trabalho solicitado pelo professor, mas sempre tem aquele aluno que não consegue​ fazer muita coisa no trabalho, mas aí no dia da apresentação dá aquele show e o grupo todo tira 10. Será que a contribuição daquele não foi tão importante? Se outra pessoa tivesse apresentado, teria sido melhor? Atualmente vivemos em um período em que também é preciso saber vender. Vender suas ideias e não somente demonstrar conhecimento. Dar valor a cada e qualquer contribuição.

E é assim, as necessidades são diferentes e exigem pessoas diferentes, tem aquelas que têm um perfil mais analista, outro mais comunicativo, outro mais dominante e ainda um mais complacente, cada um exercendo o seu papel na vida, precisando um do outro.

Se você quer ter sucesso em uma equipe de uma empresa ou nos estudos, também deve ser dessa forma. A equipe deve ser composta por pessoas de mesmos ideais, porém com talentos, habilidades e personalidades diferentes. Como num time de futebol, o goleiro não pode sair do seu lugar para cobrir o atacante, e por aí vai. É preciso ter um time completo, cada um em sua função.



Em alguns casos, não é possível mudar de equipe, nessas situações, é preciso compreender as habilidades das pessoas, saber se colocar no lugar delas para poder entender seus comportamentos, rever seus julgamentos perante elas, compreender suas atitudes e mudar a forma de lidar com essas pessoas.

Há casos em que precisamos nos conhecer a nós mesmos, saber por que tomamos certas atitudes e decisões antes de tentar entender o próximo. Assim tudo fica mais fácil, leve e compreensível.

Thais Taba

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Os benefícios do processo de coaching para as organizações

12:58:00
O GEPLICO visa expandir os campos de pesquisa e ensino dos temas relacionados  á liderança e coaching, por meio de publicações científicas, desta forma tem marcado presença em diversos eventos que promovam  esta atividade.

Visando aprimorar e aprofundar conhecimentos relativos aos resultados do coaching para as organizações o GEPLICO participou do 6º Congresso Nacional de Extensão Universitária e 15º Encontro de Atividades Científicas promovido pela UNOPAR - Universidade do norte do Paraná, no período de 25 a 26/10/2012, com artigo de autoria da colunista Tais G. Santos desenvolvido sob orientação do coordenador do GEPLICO Profº PhD Douglas de Matteu.

O artigo teve como objetivo evidenciar a importância e a eficácia do processo de coaching aplicado ao meio organizacional, por meio de uma metodologia exploratória e descritiva. A pesquisa caracteriza o processo de coaching, identifica os principais resultados que podem ser alcançados pelas organizações por meio do coaching, bem como apresenta as principais ferramentas  utilizadas neste processo, sintetizando assim as principais técnicas aplicadas no coaching executivo revelando os benefícios do processo.

Quer saber mais sobre os diversos benefícios que a utilização do processo de coaching pode proporcionar as organizações, confira em nosso artigo na integra!!!




segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Estratégias para o Ambiente Hospitalar

10:25:00
O sonho de ser produtivo! Será que consigo ou dou conta? Será que vai valer a pena? Será que na hora vou saber fazer?
São frases que muito ouço na vivência hospitalar, na verdade diariamente! Grande parte da força de trabalho dentro de uma instituição hospitalar é chamada de trabalho operacional. Atualmente 80% dos processos de um hospital é diariamente executado por este grupo operacional, que normalmente não sabe muita informação da empresa.

Quando somos contratados por uma instituição de saúde, já nos é colocado muitas regras antes mesmo de iniciar o trabalho naquela empresa. São elas:

- Cumpra seu horário de trabalho (esteja pronto antes de bater o registro de ponto).

- Você tem um número mínimo para atender e não tem um máximo de pacientes (quanto mais atender melhor).

- Você chegou atrasado, não pode trabalhar (volte para casa!).

- Para falar com o RH deve ser fora do horário de atendimento (quem vai atender seus pacientes?).

- Sem a roupa branca você não pode pegar plantão (volte para casa!).

- Está trazendo muito atestado (logo será dispensado!).

- Está apresentando muito declaração de acompanhamento do seu filho (outra pessoa não pode levar esta criança no médico?).

Quando ouço todas essas questões me pergunto se sou uma profissional da saúde, se realmente dentro de uma instituição de saúde as pessoas sabem o que é saúde. Provavelmente seja pelo fato de estudarmos que a saúde é a ausência da doença. E isto nos é colocado de uma forma tão impositiva, que fixa de tal maneira que não sabemos pensar de outra forma.

Então quando falamos em contratar pessoas e não mão de obra, falamos de contratar inteligência e não experiência. Integrar as pessoas à empresa. Mostrar ao colaborador até onde ele pode chegar. Trocar  a obrigação por compromisso. Ouvir a equipe. Dar oportunidade para quem já trabalha na empresa. Me parece que sou um alienígena! Quando na verdade estamos tentando extrair o melhor do ser humano, uma pessoa feliz trabalha melhor, com mais atenção e entusiasmo. Com isto a empresa só ganha com elogios de um bom atendimento. Este processo torna-se lento e com muitos desafios a serem vencidos. Contudo o Coaching vem conquistando seu espaço entre os profissionais da saúde, para mudar esta realidade atual e tornar-se o foco e objetivo, em curto espaço de tempo.

Artigo Extraído e Adaptado do Livro: Estratégias Empresariais para Pequenas e Médias Empresas, do Coordenador Editorial Maurício Sita.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Business Coaching

20:49:00
Prof. Douglas de Matteu, PhD
Master Coach Trainer

O Coaching permite o desenvolvimento humano, fornecendo o foco, energia e motivação para mobilizar e realizar as ações que direcione ao resultado almejado.
O Profissional de coaching possui um vasto conjunto de ferramentas que permite o Coach e coachee, cliente, organizar e desenvolver metas e objetivos, bem como contribui no caminhar rumo aos objetivos pré-estabelecidos. O Coach acompanha, ao fornecer as técnicas, energia e motivação necessárias para realização das tarefas e consequentemente vão conduzir ao êxito.

O Coaching pode ser aplicado no contexto pessoal, no qual é denominado como Life Coaching, e pode também ser utilizado no contexto organizacional, ou seja, para que organização alcance alta performance e seus objetivos por meio processo de Business Coaching.
 
Conforme Laurence S. Lyons “O Coaching estratégico leva as pessoas, equipes e a organização de onde estão hoje para onde querem estar amanhã” (LYONS, apud GOLDSMITH, LYONS, FREAS, 2003, p.38). De acordo com o autor, o coaching estratégico permite sair de uma determinada situação conhecida para uma situação desejada.

Posto isso, o Coaching pode ser aplicado no contexto organizacional estrategicamente, no desenvolvimento de diretores, lideres, equipes e funcionários:



O Coaching de Liderança: Os resultados organizacionais estão atrelados a condução o líder, uma boa liderança pode acarretar resultados fantástico. O modelo de Liderança Coaching, pode revolucionar a condução das equipes. O processo geralmente se inicia no gerenciamento de nos mesmos. No sentido de reconhecermos nossos comportamentos, sentimentos e buscar a excelência no nosso modo de liderar com base nos princípios do Coaching e personaliza a liderança conforme o perfil de cada Liderado.

O Coaching de Equipe: Aplicado para potencializar os resultados de uma determinada equipe frente os objetivos organizacionais.

O Coaching de Performance: Atua na potencialização dos resultados, mesmo que você tenha atingindo um bom resultado em nível profissional/pessoal o coaching de performance centra-se auto-conhecimento e conscientização do coachee rumo aos objetivos, que perpassa pela reavaliação crenças e valores para ampliar o desempenho.

O Coaching de Carreira: Esta centrado no traçar objetivos e ações para  alcançar os resultados na carreira almejada.

O Coaching de Organizacional: Pode se aplicar o coaching na organização como um todo focalizando excelência organizacional e o desenvolvimento de toda organização.



Recomendações relevantes:
·         Para melhores a maiores resultados o Coaching recomenda-se preferencialmente começar de cima para baixo, isto é, dos cargos de diretoria/liderança para baixo. Infelizmente é comum os “Chefes” contratarem um Coach para melhorar os resultados da equipe e Coach percebe posteriormente quem precisa de Coaching é a Liderança e não a equipe.
·         O processo de Coaching deverá ser conduzido por um profissional devidamente habilitado, ou seja, um Coach com formação especifica em Coaching preferencialmente com experiência e formação superior. Infelizmente nem todos que se apresentam como coach tem a base conceitual e a formação necessária para conduzir com qualidade o processo. Busque indicações e o histórico do profissional.

O Coach é o profissional que pode contribuir significativamente na vida das pessoas e nas organizações. “O coaching conduz ao êxito, à autonomia, à auto-realização e à performance profissional e organizacional.(CATALÂO; PENIM, 2010 p.5).

Conforme destacado pelos autores sinalizam que o Coaching oferece mais que resultados, permite também desenvolvimento autonomia e desempenho desejado.
O processo de Coaching pode oferecer foco que as pessoas precisam e  auxilia no desenvolvimento de ações e utilização de ferramentas que consequentemente vão conduzi-los aos resultados desejados.

Para concluir, espero que fique a intenção positiva de cada palavra aqui inscrita. Que cada um consiga visualizá-las, ouvi-las e senti-las. Mais que isso, te convido a acreditar que, talvez, com os uso do Business Coaching pode tornar as organizações mais eficientes e eficazes, ou seja, tendo um desempenho melhor no sentido de “fazer direito” e “dar resultado” e valorizando e respeitando o ser  humano principalmente sensibilizando e conscientizando sua importância e responsabilidade frente os resultados organizacionais.          

Referencias:
GOLDSMITH, Marshall; LYONS, Laurence; FREAS, Alyssa. Coaching: O exercício da Liderança, Rio de Janeiro:2003.
CATALÃO, J. A; PENIM, A. T. Ferramentas de Coaching. Porto: Libel, 2010.

MATTEU, Douglas. Gestão Estratégica de Pessoas com Coaching: a arte de alcançar Resultados. In SITA, Mauricio; LANNES, Allison. (org). Ser + em Gestão de Pessoas. São Paulo: SerMais, 2013. 

Sobre nós

O GEPLICO propõe caracterizar a liderança e o Coaching, ao pesquisar e descrever o processo de liderança e de Coaching, bem como aferir os seus resultados. Desta maneira busca sistematizar e divulgar o processo de liderança e Coaching e seus impactos sociais e organizacionais, por meio deste blog socializa conhecimento com uma linguagem simples e acessível para contexto virtual de modo contemporâneo, bem como produz pesquisas e materiais científicos que subsidiem as teorias, técnicas, práticas, metodologias relacionadas a Liderança, Coaching e a Liderança Coaching.